
“Todos os cinco não deram nenhuma chance de defesa a Marielle e Anderson, mas hoje eles estão com uma banca de advogados defendendo eles para que não sejam condenados pelo que fizeram. Espero e confio cegamente na Primeira Turma do STF, que são juízes com grande saber jurídico e não vão se deixar levar pelas falácias dos advogados que defendem os réus”, destacou Antonio.
Luyara Franco, filha de Marielle, classificou o julgamento como “um marco no Brasil”. “O Estado brasileiro precisa dar resposta para a sociedade, para a democracia, que a gente não pode deixar impune. A justiça plena para a minha mãe e para o Anderson passa pela responsabilização, passa pela não repetição e pela reparação para nossas famílias”, ressaltou.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta terça-feira (24/2), os suspeitos de serem os mandantes dos assassinatos.
Em duas sessões, os quatro ministros do colegiado definirão se cinco pessoas são culpadas ou inocentes diante do que apontou a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Serão julgados dentro da ação que analisa o plano para mandar executar Marielle:
Domingos, Chiquinho, Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves tornaram-se réus por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, única sobrevivente do ataque ao carro da vereadora naquela noite de março de 2018.